quinta-feira, 15 de outubro de 2009
EDUCADORES
domingo, 11 de outubro de 2009
Raio X para novas práticas - por: Marta Avancini

Marta Avancini
A formação de professores é o tema da vez. À medida que o problema da qualidade da educação ganha centralidade - seja nas políticas, seja no debate público - fica evidente que, sem um investimento forte e consistente na formação dos profissionais que assumirão as salas de aula, especialmente a inicial, não se conseguirá produzir avanços na aprendizagem nem melhorar a qualidade da educação.
O perfil do professor ideal
- Possui autonomia intelectual
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
EDUCAÇÃO DE QUALIDADE É A SOLUÇÃO!

"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos... Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"
Essa pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável.
Estava navegando na internet quando li essa pergunta postada em um blog. Então passei a pensar e percebi como a questão é reflexiva e desafiadora. Entre muitas suposições a que mais me agrada é a de começar a mudança justamente com a transformação de valores realmente importantes e ajudar a nossos filhos a construir uma consciência solidária e coesa com as necessidades para um planeta equilibrado e sustentável. É um desafio grande, mas necessário, o caminho certo é a "educação escolar" de qualidade e a "educação familiar" dada pelos pais. Essa parceria é essencial para uma solução importante como essa, afinal estamos falando de nossa casa, nossa cidade, nosso país e nosso planeta. E não se trata de quimera ou utopia e sim da realidade que enfrentamos. Um bom desafio... para o cidadão do século!!!
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
O lugar da ética no trabalho do (a) professor (a)

domingo, 12 de julho de 2009
A fórmula secreta do bilionário da educação

Chaim Zaher começou a vida como mascate, foi porteiro de escola e já é dono da maior rede de ensino do País. Agora, quer chegar a um milhão de alunos- Acho que não quero mais isso, Paulo. Quem sabe não é melhor esperar a tempestade passar - disse o empresário.
- De jeito nenhum. O que existe hoje no mundo é uma grande bolha prestes a explodir. Se você não aproveitar essa pequena fresta aberta na janela, talvez nunca mais.
Chaim Zaher “Educação é um negócio social, mas com fins lucrativos. Não acredito em nada filantrópico. Isso para mim é hipocrisia"
Corria o mês de outubro de 2007, quando o empresário Chaim Zaher, à época dono de uma promissora rede de ensino particular no interior de São Paulo, se viu diante de uma encruzilhada. Ele estava pronto para lançar ações na Bovespa, mas os banqueiros que o assessoravam trouxeram uma péssima notícia.
O preço de lançamento dos papéis não seria de R$ 40, como havia sido planejado, mas de no máximo R$ 33, em razão da crise imobiliária americana, que já causava os primeiros estragos. Chaim quase desistiu, mas antes ligou para o economista Paulo Guedes, um velho amigo e também fundador do Banco Pactual. Eis o diálogo: Zaher ouviu o conselho e convidou o economista para um encontro com sua família em Ribeirão Preto. Todos, a começar pela esposa Adriana, teriam de ser convencidos.
O jantar começou pouco antes da meia-noite e foi até às 3h do dia seguinte. Tomada a decisão, o SEB -, Sistema Educacional Brasileiro foi para o IPO - um dos últimos antes da tempestade global - e levantou R$ 400 milhões. "Foi à decisão mais acertada que tomamos", disse Zaher à DINHEIRO (leia sua entrevista à página 58). "Para acabar com aquela indecisão de 'pulo ou não pulo´, colocamos uma asa-delta nas costas dele e o empurramos morro abaixo", brinca Guedes.
Zaher investiu quase R$ 200 milhões em aquisições, como a do Pueri Domus, e praticamente triplicou de tamanho de 150 mil a 500 mil alunos em 2 anos.
Com o dinheiro levantado no IPO, Zaher colocou em marcha a maior máquina de aquisições do setor educacional brasileiro. Em dois anos, ele investiu quase R$ 200 milhões em 12 operações e triplicou de tamanho - a mais recente foi a compra, na semana passada, da tradicional rede Pueri Domus, de São Paulo, por R$ 41 milhões.
Com quase 500 mil alunos, o SEB detém a marca COC, líder no interior paulista, e outras renomadas, como o Dom Bosco, no Paraná, e o Inei, em Brasília. Ao todo, tem valor de mercado de R$ 604 milhões e deve fechar 2009 com receita próxima a R$ 450 milhões.
Como tudo isso aconteceu? "Maktub", responde Zaher. De acordo com a sabedoria árabe, já estava escrito. Só isso.

O maktub esteve presente em vários momentos da vida deste empresário que nasceu em Beirute, no Líbano, e que, com apenas seis anos, veio para o Brasil. Sua família pousou em Araçatuba e, ainda menino, Zaher começou a ajudar o pai, Zein Zaher, no trabalho como mascate.
Aos 18 anos, quando o velho Zein se instalou em Pereira Barreto, Zaher decidiu voltar para Araçatuba, onde arrumou um emprego num cursinho local, chamado Prever. Foi porteiro, bedel de alunos e vendedor de matrículas. Em pouco tempo, já entendia como funcionava a gestão de uma escola, enquanto, nas horas vagas, trabalhava como rádio-ator e colunista social.
E, lá pelos idos de 1972, ele enxergou uma ameaça: a chegada de cursinhos da capital paulista, como Anglo e Objetivo, que invadiam o interior. Foi então que ele decidiu sugerir ao patrão, o empresário Waldir Suliani, que buscasse um parceiro. Resultado: acabou demitido. "Em vez de cair em depressão, percebi que havia conquistado minha liberdade", diz Zaher.

Depois de esperar horas por uma audiência, ele decidiu se trancar no banheiro de uma escola, onde dormiu até o dia seguinte. E quando Bryhi voltou ao Objetivo, Zaher já estava lá esperando por ele. Na mesma hora, tornou-se franqueado da rede. A atitude foi tão inusitada que o próprio Di Genio quis conhecê-lo. E quando Zaher soube que o dono do Objetivo era também da região de Araçatuba, os dois se tornaram amigos - Di Genio foi até seu padrinho de casamento. No Natal de 1984, após ter trabalhado quatro anos como franqueado do Objetivo, Zaher recebeu uma ligação do amigo Di Genio:
- Você quer mesmo uma oportunidade para crescer e sair de Araçatuba? Venha para Ribeirão Preto e ficaremos meio a meio na escola - disse Di Genio.
- Aceito, respondeu Zaher.
Assim que desligou o telefone, Zaher, aquele mesmo personagem que havia dormido num banheiro para conseguir sua primeira audiência no Objetivo, começou a fazer as malas para se mudar para a "cidade grande". Desta vez, como sócio.
À época, o grande concorrente do grupo de Di Genio era o COC, um cursinho criado por professores de medicina que ia de vento em popa. A tal ponto que era capaz de fretar um jatinho para trazer em primeira mão as listas de aprovados na Fuvest, num tempo em que ainda não existia internet.
E mais uma vez Zaher executou uma pequena proeza. Alugou um helicóptero, pousou nas proximidades da Universidade de São Paulo e chegou em Ribeirão Preto mais cedo do que os concorrentes, que tinham de tomar um avião em Congonhas. Com o tempo, o pêndulo virou em favor do Objetivo. A tal ponto que o próprio COC foi colocado à venda, em 1986.
E foi Zaher quem apareceu para comprá-lo, num negócio que o afastou do antigo mentor. "Aprendi tudo com o Di Genio, mas precisava seguir meu próprio caminho."
Uma das sedes do COC: Zaher começou como concorrente e depois virou dono
De lá para cá, o COC, que virou parte integrante do SEB, decolou. É o maior grupo de ensino médio do País, com mais alunos do que o próprio Objetivo. Uma das razões é a aliança
desenvolvida com escolas públicas.Várias prefeituras do interior tornaram-se parceiras de Zaher ao adotar o método de educação conhecido como Name, Núcleo de Apoio à Municipalização do Ensino. Desenvolvido pelos professores do COC, ele tem melhorado drasticamente os indicadores da educação pública.
Os alunos das escolas públicas de Adolfo, uma pequena cidade de 3,9 mil habitantes no interior paulista, ficaram em primeiro lugar na avaliação do Ideb, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, criado pelo MEC. E as prefeituras pagam cerca de R$ 160/ano por aluno para ter acesso ao material didático do COC - hoje, mais de 100 mil alunos da rede pública estão integrados a esse sistema de ensino.
"Além de rei do ensino médio privado, o Chaim também tem a chave para melhorar rapidamente os indicadores do setor público", diz o economista Guedes. O sonho do dono do SEB é chegar a um milhão de alunos. E os especialistas do setor dizem que isso é plenamente viável. "A educação ainda é extremamente pulverizada e o processo de consolidação está apenas começando", diz Ryon Braga, da Hoper Consultora, especializada em educação.
As sócias do Pueri Domus tomaram a decisão de vender a escola, com mais de 40 mil alunos, ao perceberem a tendência de concentração do setor. "Constatamos que se não fizéssemos parte de um grande grupo econômico, não conseguiríamos concorrer no mercado", disse a diretora Fernanda Simeoni, filha da fundadora Beth Zocchio, ao jornal Valor Econômico.
Outra grande avenida de crescimento é o setor público e Zaher tem conversado com o ministro da Educação, Fernando Haddad, para convencê-lo da necessidade de se criar um Prouni para o ensino médio - em vez de comprar vagas apenas em universidades, o governo bancaria bolsas de estudos de alunos carentes em escolas privadas.
Depois de concluir sua 12ª aquisição desde a abertura de capital, Chaim Zaher falou com exclusividade à DINHEIRO
Outra grande aposta de Zaher é a educação a distância, que já responde por 13% das receitas do grupo, que também atua no ensino superior. Para isso, o SEB investiu fortemente em tecnologia. Além de aulas interativas, que podem ser transmitidas para mais de 150 cidades ao mesmo tempo, as escolas estão implantando lousas eletrônicas, com duas telas simultâneas.
Se um professor ou palestrante estiver transmitindo sua aula, os alunos poderão encaminhar perguntas instantaneamente. "Educação hoje combina conteúdo e tecnologia", diz Tadeu Terra, diretor de material digital e editorial do COC. E, como os investimentos são altos, os ganhos de escala são fundamentais. No processo de crescimento de suas escolas, Zaher recorreu frequentemente a outras peripécias. Uma delas foi o marketing de emboscada.
Na Copa de 1998, na França, ele conheceu um torcedor que sempre era flagrado pelas câmeras da Globo com uma grande faixa do Corinthians. Zaher então o convenceu a abrir também uma faixa do COC. Assim, sua marca apareceu espontaneamente em vários jogos da Copa de 2002 e em muitos outros dos campeonatos brasileiros. Certa vez, o torcedor foi surpreendido por um policial, mas se saiu com maestria. Disse que COC significava "Comissão Organizadora do Corinthians". Foi por essas e outras que o grupo se tornou o maior do País em educação privada. Maktub, como diriam os árabes.
"Educação tem que dar lucro"
DINHEIRO - Qual é o projeto do SEB na área educacional? CHAIM - Exatamente o que está no prospecto do nosso IPO. Queremos ser o maior
grupo de educação privada do País, especialmente no ensino básico. Na educação superior, buscamos escolas de ponta e não aquelas mais vulneráveis à guerra de preços nas mensalidades. E temos também um foco importante no ensino a distância. Estamos perto de 500 mil alunos e vamos chegar a um milhão.DINHEIRO - Como vocês têm conseguido digerir tantas aquisições? CHAIM - Na verdade, as aquisições que fizemos estão muito alinhadas com a filosofia do SEB. No caso do Dom Bosco, é uma grande rede, com seu sistema próprio de ensino, assim como o COC. O Pueri Domus é também uma marca muito forte, que será preservada.
DINHEIRO - Qual é o papel do empresário numa área tão sensível como a educação?CHAIM - É o de suprir uma carência que o Estado não tem sido capaz de prover. Educação é um negócio com fins lucrativos, que tem que dar lucro, mas que também atende a uma função social. Por isso, é fundamental que tenha qualidade. Somos parceiros de várias escolas públicas, que conseguiram melhorar rapidamente seus indicadores depois que adotaram nosso método de ensino. E eu não acredito em educação filantrópica. Isso para mim é hipocrisia. Se é filantrópico, não pode cobrar.
DINHEIRO - É possível melhorar rapidamente a qualidade de ensino? CHAIM - Claro que sim. Um método eficiente, implantado por professores treinados, acelera bruscamente o aprendizado. E pode dar às pessoas mais humildes as mesmas oportunidades dos filhos da elite. Uma das melhores coisas que aconteceu no Brasil recente foi o Prouni. Defendo algo semelhante para o ensino médio. Por que o governo deve comprar vagas para as pessoas mais carentes só nas universidades e não nas escolas privadas? Melhorar o ensino básico e fundamental é ainda mais importante para o País.
Fonte: ISTO É - REVISTA DINHEIRO - SEMANAL DE NEGÓCIOS
Por Leonardo Attuch
http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/614/artigo143889-2.htm
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Amigos...

Recebi esse email muito interessante, encaminhado pelo Presidente do Sistema COC de Educação e Comunicação. Espero que gostem e aproveitem para refletir sobre o assunto. A vida é bem simples nós complicamos e depois ficamos em uma busca incessante pela solução, quando na verdade a encontramos na simplicidade de um ato simples. Sorrir...
Discurso de Sam Walton, fundador do WAL MART, fazendo a abertura de um programa de treinamento para seus funcionários.
"Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo, menos o meu pedido.
Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares.
Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina, mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal.
Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial, parece estar pedindo um favor, ansiando por um sorriso ou esperando apenas ser notado.
Eu sou o homem que entra num banco e aguarda tranqüilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos, e espera.
Eu sou o homem que explica sua desesperada e imediata necessidade de uma peça, mas não reclama pacientemente enquanto os funcionários trocam idéias entre si ou, simplesmente abaixam a cabeça e fingem não me ver.
Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas.
Engana-se.
Sabe quem eu sou???
EU SOU O CLIENTE QUE NUNCA MAIS VOLTA!!!
Divirto-me vendo milhões sendo gastos todos os anos em anúncios de toda ordem, para levar-me de novo à sua firma.
Quando fui lá, pela primeira vez, tudo o que deviam ter feito era apenas a pequena gentileza, tão barata, de me enviar um pouco mais de CORTESIA".
"CLIENTES PODEM DEMITIR TODOS DE UMA EMPRESA, DO ALTO EXECUTIVO PARA BAIXO, SIMPLESMENTE GASTANDO SEU DINHEIRO EM ALGUM OUTRO LUGAR."

terça-feira, 26 de maio de 2009
Você conhece a Faculdade Interativa COC?

A Faculdade Interativa COC é um projeto de Ensino Superior na modalidade semi-presencial, com atividades tanto presenciais quanto a distância, com suporte de um campus virtual e plataforma multimídia para a transmissão de conteúdos e tutoria on-line, alicerçado na:
· Integração e convergência de mídias digitais e convencionais;
· Excelência em conteúdo;
· Marca COC de pioneirismo no uso de tecnologia aplicada à educação.
O COC, pioneiro em tecnologia aplicada à educação, oferece o mais avançado Sistema de Educação a Distância do Brasil, valorizando o aluno, seu tempo livre e o compromisso com o aprendizado, promovendo, assim, melhor relação entre teoria e prática. A Faculdade Interativa COC possui software educacional com ferramentas apropriadas de comunicação, o que facilita a interação entre professores e alunos, através do feedback automático. Poderão ser utilizadas outras tecnologias, como transmissão de aulas por satélite, IPTV, VoIP, chats e fóruns. Características principais:
· Flexibilidade de horário e de local de estudo
· Alta qualidade de conteúdo dos cursos
· Recursos de comunicação síncrona e assíncrona
· Equipamentos de última geração
· Apoio de tutores on-line
· Sala de aula virtual
O padrão de qualidade dos materiais didáticos está apoiado em três pontos principais:
* Qualidade do conteúdo, assegurada pela excelência do corpo docente;
* Qualidade da produção gráfica (e digital), assegurada pela experiência institucional;
* Qualidade do processo, assegurada pela competência da equipe do projeto.
Os materiais didáticos dos cursos a distância são disponibilizados em duas versões: impressa, sob a forma de apostilas e digital, cujo conteúdo deve ser acessado por meio do ambiente virtual, integralmente desenvolvido pelo Sistema COC. É a Flexibilidade na educação continuada.
Os cursos de pós-graduação lato sensu são modulares e multidisciplinares, permitindo ao aluno a flexibilidade de escolher os módulos de seu interesse e montar seu próprio currículo. São cursos para quem quer se preparar para um mercado de trabalho cada vez mais competitivo.
Venha nos fazer uma visita: www.intercoc.net
Participe do próximo processo seletivo informe-se.