segunda-feira, 10 de novembro de 2008

PLEONASMO



O Pleonasmo pode ser tanto uma figura na linguagem como quanto um vicio da mesma, é uma redundância (proposital ou não) em uma expressão.
O Pleonasmo litérário conhecido como o de reforço ou estilístico, trata-se do uso do pleonasmo como figura de linguagem para enfatizar algo em um texto. Grandes autores usam muito deste recurso. Nos seus textos os pleonasmos não são considerados vícios de linguagem, e sim pleonasmos literários.
Já o Pleonasmo vicioso
é o da repetição inútil e desnecessária de algum termo ou idéia na frase. Esse não é uma figura de linguagem, e sim um vício (defeito) de linguagem. Exemplo:

Entrar para dentro / Sair para fora / Subir para cima / Descer para baixo /Hemorragia de sangue /Plebiscito popular / Ilha fluvial do Rio Guaíba / Consenso geral /Opinião individual
Unanimidade de todos /Encarar cara a cara /Repetir de novo / Enfrentar de frente / Vereador municipal / Prefeitura Municipal / Decapitar a cabeça / Exultar de alegria / Prever de antemão / Habitat natural / Conviver juntos / Minha autobiografia / Estrelas do céu / Monocultura exclusiva / Planos e projetos para o futuro / Segredo secreto / Produzir bons (ou maus) produtos / Sonhar um sonho / Gritar alto / Amanhecer o dia / Elo de ligação /Certeza absoluta

2.Ainda temos outro o Pleonasmo figura de linguagem, é um recurso estilístico empregado para emprestar à frase “mais força e colorido, intensidade e beleza.” É uma figura de construção, um recurso estilístico, quando tem a função de realçar a idéia, tornando-a expressiva, deixando-a mais elegante, daí ser chamado de pleonasmo de reforço ou estilístico.

Exemplos:
Minha felicidade eu a conquistei. / A mim me parece certa a observação que ele fez.
Nessas duas frases, temos o emprego de objetos pleonásticos.

Assista ao vídeo vale apena.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Não há distância que separe


Somos de uma geração em que uma lousa, um professor e muita disciplina eram suficientes para as demandas básicas de ensino de então. Mas nós, assim como quaisquer pessoas que não tenham estagnado no tempo, sabemos que a didática avançou a passos largos e a pedagogia tem, hoje, um ferramental que a própria tecnologia contemporânea ajudou a ensejar. Não fazemos essa afirmação só pelo que conseguimos acompanhar (mesmo diante de insuperável distância) do processo de crescimento escolar dos quatro netos, mas, também, pelo que temos vivenciado profissionalmente. E acreditamos que se deve abrir espaço e chamar pelo nome um novo horizonte na relação bilateral do aprender e ensinar: Educação a Distância ou, simplesmente, EAD. A EAD não tem (nem deve ter) a pretensão de substituir o ensino presencial. É, isto sim, uma nova e ágil alternativa, assim como os sites de notícias, se comparados aos jornais impressos. Mas não é uma opção qualquer. É a opção, posto tratar-se de metodologia comprovadamente eficiente, em especial em um país como o nosso. Por que dizemos isso? Várias razões: entre as quais as distâncias continentais brasileiras, o incontido progredir da tecnologia e a aspiração (e necessidade) crescente de qualificar-se, particularmente para os que em tempos de plena juventude não tiveram oportunidade. O Brasil é um gigante geográfico, com uma população relativamente bem distribuída (não com índices homogêneos). Diferentemente de países como o Canadá ou a Rússia (também enormes), não temos regiões, por inóspitas, praticamente desabitadas. E lá são grandes territórios vazios. Não se pode negar, no entanto, que temos áreas, sem a provisão necessária de infra-estrutura educacional. A lógica tradicional pregava que, se o estudante tivesse um lugar próximo disponível para o ensino presencial, ele tenderia a preferir tal metodologia. Como, na prática, nem sempre essa disponibilidade acontecia, surgiu a Educação a Distância. E, com o tempo, liberando o estudante do horário fixo e rigoroso da sala de aula (eu, aluno, faço meu horário, de acordo com as minhas circunstâncias) e dispensando-o da exigência de ir ao local do estudo (minha sala de aula pode ser a minha casa), a opção da EAD mostra que tal alteração, pragmática e inovadora, começa a disputar, no mundo do alunado, com chance de êxito, uma concreta preferência. Um outro pilar de sustentação da EAD tem estacas e fundações fortes no terreno da tecnologia. No ensino tradicional, o aluno se subordina à dinâmica do professor. Não há possibilidade de rever uma aula perdida. O tempo é aquele designado pela instituição de ensino (e só ele). Não existem recursos audiovisuais, além dos usualmente pouco disponíveis e possíveis na sala de aula. E se, no tempo da aula, a compreensão do conteúdo não for plena, não se pode voltar o DVD e reassistir o não entendido. É a diferença entre ver, no campo de futebol, o lance rápido e ficar com dúvidas insanáveis do impedimento não marcado ou acompanhar, na poltrona de casa, a transmissão colorida, com direito a replay elucidativo e esclarecedor. Agora, imagine o mundo cibernético em que você ? e, sobretudo, o seu filho e/ou seu neto ? está envolvido com todas as animações do vídeo-game, dos chips e dos efeitos especiais e reflita sobre qual será o grau de interesse que particularmente um jovem poderá ter em uma aula, ainda e exclusivamente, calcada numa barra de giz e no quadro-negro? A EAD vai ao aluno, enquanto, no presencial, ele ? estudante ? é quem deve ir buscar o aprendizado. Às vezes, longe. E aí entram e se multiplicam os problemas de logística individual: as más estradas, para o rurícola; o trânsito engarrafado e enervante, para o citadino. E tudo isso, e muito mais, significa custo. Em juridiquês, lucro cessante e até dano emergente. O ?plus? dos gastos educacionais (por exemplo, as passagens para ir-e-vir), as horas de trabalho não produzido, substituídas pelo tempo do mero deslocamento etc. pesam no bolso do consumidor-cliente-estudante. Como a média nacional, conforme o MEC, da mensalidade de um curso de graduação (por exemplo, Administração, Pedagogia, Letras, Direito etc.) presencial é de seiscentos reais e a do mesmo curso por metodologia EAD, é de duzentos reais, poder-se-ia até dizer que está, no EAD, a ganhar-se mais e a gastar-se menos. E a preferência pela EAD deve crescer, já que só 11% da expressiva população da chamada classe C, no Brasil, freqüenta faculdades, excluído um majoritário contingente pelo seu limitado poder aquisitivo, diminuto para fazer frente às mensalidades dos cursos presenciais. A EAD tende a cumprir, por isso, neste país enorme, um papel relevante, de socialização abrangente e relativamente célere do saber, popularizando a educação que, em certos níveis, para muitos, ainda se mostra inacessível. Há mais de 5 milhões de brasileiros, agora, esperando por essa chance, cujo chegar se faz, em parte presente, e, em parte, iminente. Finalmente, destaque-se um outro fundamento da EAD: a autodisciplina. Atualmente, cerca de dois milhões e quinhentos mil brasileiros já vivenciaram a metodologia da EAD. E eles são cada vez mais jovens, esperançosos e interessados. Os alunos a distância devem ter um grau consistente de disciplina pessoal para poder bem aproveitar o que se lhes propicia, já que são os regentes operacionais de seu aprendizado. E números estatísticos mostram que se está alcançando esse nível de auto comprometimento. Basta analisar os últimos números do Enade e do Ideb. De 1994 em diante, examinando-se os resultados do Exame Nacional de Desempenho do Estudante, segundo informa o MEC, considerando 13 áreas do conhecimento, em nove delas o melhor desempenho foi de alunos da EAD, o que atesta a sua qualidade, no mínimo similar, ou equivalente, a do presencial. Em resumo, temos tamanho, tecnologia, pessoas comprometidas, por que aspirantes à melhoria, o que nos leva a crer que a EAD crescerá a cada dia em nosso país. E não há distância que nos separe desse crescimento.


Fonte - Carlos Alberto ChiarelliEx-ministro da Educação

terça-feira, 4 de novembro de 2008


Curso a distância para docente cresce 270%
São Paulo, terça-feira, 04 de novembro de 2008
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0411200801.htm

Aumento de matrículas em licenciaturas foi verificado em cinco anos; cursos presenciais cresceram 17%Formação a distância para professores da educação básica divide pesquisadores; segundo o MEC, faltam 246 mil docentes no país
Eduardo Anizelli/Folha Imagem

Encontro presencial de alunos a distância nas Faculdades COC, em SP; na instituição, maior parte dos estudantes já opta pelo não-presencialFÁBIO TAKAHASHIDA REPORTAGEM LOCAL Enquanto as matrículas em cursos presenciais para formação de professores para educação básica estão quase estagnadas, a modalidade a distância vive uma explosão: em cinco anos, foram 270% de aumento.No mesmo período, as matrículas presenciais (em licenciaturas, normal superior e pedagogia) cresceram apenas 17%.A modalidade em que os alunos não vão todos os dias às faculdades tem sido uma opção para combater o déficit de professores na educação básica do país. Segundo o Ministério da Educação, faltam 246 mil docentes no país; 300 mil não são formados na área de atuação.Especificamente em pedagogia (que forma educadores para ensino infantil e primeira fase do fundamental), houve até um recuo de matrículas no sistema presencial, de 4%, enquanto os cursos a distância cresceram 183%. Assim, para cada três matrículas presenciais nessa área, já há uma a distância.Os dados foram tabulados com base no Censo da Educação Superior por Jaime Giolo, ex-diretor do Inep (instituto de estudos do MEC) e docente da Universidade de Passo Fundo (RS) -2006 é o último ano com informações disponíveis.DivergênciasA formação a distância para professores da educação básica divide os pesquisadores. "É uma resposta precária à necessidade de formação de professores", afirma o coordenador da pós-graduação em educação da USP, Romualdo Portela.Giolo se mostra contrário. Para ele, um dos problemas é que o futuro professor não convive, durante o curso, com situações como enfrentamentos e conversas em sala, o que poderá pesar quando for efetivamente um docente.A ex-secretária estadual de Educação de São Paulo e diretora-presidente do Instituto Protagonistes, Rose Neubauer, discorda. "Ou continuamos com falta de professores ou utilizamos a tecnologia para aumentar o número", diz.Nos cursos a distância, centenas de alunos podem ver uma aula ao mesmo tempo, via satélite, que complementa as apostilas e a internet.Para Neubauer, o ensino a distância permite, inclusive, que haja melhoria na qualidade. "Um bom professor pode dar aula ao mesmo tempo a um número incontável de alunos".Estudo divulgado no ano passado pelo MEC mostrou que os calouros de cursos de pedagogia a distância tiveram notas melhores que os de presenciais no Enade (antigo provão). A situação, porém, se inverte com os formandos dos cursos.Mais alunos"Com a modalidade, chegamos a 39 locais do país", diz a assessora pedagógica da Universidade Metodista de SP, Adriana Barroso de Azevedo. Em pedagogia, são 1.500 alunos (mais que no presencial).Outra instituição que possui mais alunos em pedagogia a distância do que no presencial são as Faculdades COC. A escola tem 148 pólos em 22 Estados; oito na capital paulista."Os alunos desses pólos poderiam fazer o presencial, mas preferem a flexibilidade da modalidade", diz o diretor da escola, Jefferson Fagundes. "Também pesam as mensalidades".No COC, pedagogia presencial custa R$ 350 e R$ 176 no a distância. Na Metodista, os valores são R$ 383 e R$ 207.Aluna de pedagogia a distância, Lilian Georgeto, 34, diz que escolheu o curso por "comodidade". Ela mora em Osasco (Grande SP). "Tenho dois filhos, não poderia ir à faculdade todos os dias. O curso é bom, tenho contato com colegas do país todo. Mas sinto falta da convivência com professores".Segundo o secretário de Educação a Distância do MEC, Carlos Eduardo Bielschowsky, a intenção é que a modalidade "complemente" a presencial."Ela supre os locais onde não há um bom curso. É ideal também para professores que estão em serviço e não podem parar para se formar", diz.Bielschowsky afirma que esse é o público preferencial da Universidade Aberta do Brasil, criada em 2005 e que possui 100 mil matriculados.A modalidade também será utilizada pelo governo estadual paulista, por meio da Universidade Virtual de SP. "Levaremos cursos da USP, Unesp e Unicamp a todo o Estado. Isso seria praticamente inviável pelo presencial", diz o secretário de Ensino Superior, Carlos Vogt.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008


Verdades da Profissão de Professor
Ninguém nega o valor da educação e que um bom professor é imprescindível. Mas, ainda que desejem bons professores para seus filhos, poucos pais desejam que seus filhos sejam professores.Isso nos mostra o reconhecimento que o trabalho de educar é duro, difícil e necessário, mas que permitimos que esses profissionais continuem sendo desvalorizados.Apesar de mal remunerados, com baixo prestígio social e responsabilizados pelo fracasso da educação, grande parte resiste e continua apaixonada pelo seu trabalho.A data é um convite para que todos, pais, alunos, sociedade, repensemos nossos papéis e nossas atitudes, pois com elas demonstramos o compromisso com a educação que queremos.Aos professores, fica o convite para que não descuidem de sua missão de educar, nem desanimem diante dos desafios, nem deixem de educar as pessoas para serem “águias” e não apenas “galinhas”. Pois, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda.

PAULO FREIRE

MESTRES ...NOSSOS PROFESSORES...


As bolas de papel na cabeça,

Os inúmeros diários para se corrigir,

As críticas, as noites mal dormidas...

Tudo isso não foi o suficiente

Para te fazer desistir do teu maior sonho:

Tornar possíveis os sonhos do mundo.

Que bom que esta tua vocação

Tem despertado a vocação de muitos.

Parece injusto desejar-te um feliz dia dos professores,

Quando em seu dia-a-diaTantas dificuldades acontecem.

A rotina é dura, mas você ainda persiste.

Teu mundo é alegre, pois você

Consegue olhar os olhos de todos os outros

E fazê-los felizes também.

Você é feliz, pois na tua matemática de vida,

Dividir é sempre a melhor solução.

Você é grande e nobre, pois o seu ofício árduo lapida

O teu coração a cada dia,

Dando-te tanto prazer em ensinar.

Homenagens, frases poéticas,

Certamente farão parte do seu dia a dia,

E quero de forma especial, relembrar

A pessoa maravilhosa que você é

E a importância daquilo do seu ofício.

É por isto que você merece esta homenagem

Hoje e sempre, por aquilo que você é

E por aquilo que você faz.

Felicidades!!!!

Autor: (Desconhecido)Fonte: (Arte e Educação)

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Equipe


Juntos, seremos mais!
“Grandes visionários são importantes; grandes administradores são fundamentais”. (Tom Peters)Cooperação e colaboração se tornaram palavras de ordem no séc.XXI. Para que a organização alcance um diferencial no mercado, é preciso que funcione como um ser humano, além de viva e atuante, funcione de forma integrada, interagida e interligada, de modo que, todos os envolvidos no processo organizacional realizem de fato cooperação e colaboração.Em uma organização inter-relacionada, torna-se necessário que, cada pessoa, bem como cada departamento, não só compartilhe o seu papel, é preciso ir além, é preciso somar forças, compartilhar conhecimentos, talentos, buscas e anseios, contribuindo assim e lutando em prol do alcance de objetivos comuns.É preciso que haja espírito de união e confraternização, onde todos, sem exceção, desde o porteiro até a diretoria, estejam direcionados às conquistas, mas, com dignidade e respeito, compartilhando, interagindo e integrando as diferenças, enxergando que, para se obter sucesso, torna-se necessário somar forças e não realizar verdadeiros massacres dentro de uma organização, pois, o massacre, além de ser um nefasto comportamento desumano, não irá contribuir com a produtividade e sim com o medo, com a insegurança e com a frustração dos envolvidos, corrompendo então, o elo que poderia existir entre todos, comprometendo assim, o objetivo final.É de suma importância, obstruir esta mesquinhez, que muitas vezes ronda e/ou aparece impregnada dentro das organizações, esta competição não saudável, onde cada um e cada departamento, com muito egoísmo e vaidade, vivem apenas cuidando de seu território. É preciso ir além, é preciso enxergar a organização como um todo e não fragmentada, onde todos possam além de contribuir, perseguir os mesmos objetivos e juntos, somar forças em prol dos mesmos resultados.Torna-se necessário trabalhar a cooperação e a colaboração nas organizações, deixando claro seu valor para todos, mostrando que cada um dentro da organização possui o seu talento e o seu valor, e que, através de um verdadeiro trabalho em equipe, todos saem ganhando, pois, existirá maior interação, cooperação, colaboração e por conseqüência, crescimento do coletivo, assim, obtêm-se melhor resultado, uma vez que juntos, seremos sempre mais.

Texto enviado pela Profa. Nair Cardoso de Freitas Inoue

Fonte; Jornal 10 pela educação

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Clima organizacional é fundamental para o rendimento profissional


Clima organizacional é fundamental para o rendimento profissional
As organizações estão se preocupando cada vez mais com o ser humano dentro das empresas. Além de considerar as dificuldades e anseios vividos pelo profissional, o clima organizacional também tem preocupado bastante os diretores de instituições.O convívio em harmonia entre os colaboradores garante um ambiente de trabalho propício, principalmente, para aumentar a produtividade. O perfil profissional que mais tem se revelado nos últimos tempos é o do ‘pavio curto’, aquele que não consegue relevar certos atropelos do dia-a-dia.O estresse é a principal causa desse tipo de comportamento que atinge boa parcela da população, mas pode ser evitado antes de chegar ao extremo. Esses indivíduos comprometem não apenas suas carreiras mas também o rendimento dos seus colegas."Ter pavio curto é um desequilíbrio emocional, que traz para as organizações muitos problemas, como afastamento, isolamento, improdutividade, clima pesado, processos depressivos e auto-destrutivos e boicotes. Trata-se de um perfil emocional de uma pessoa imatura, que tem dificuldades de perdoar e de reconhecer seus erros e que sempre se considera injustiçada e ameaçada", afirma a especialista em gestão de pessoas Ângela Mota Sardelli, do CLIV Solution Group. Segundo ela, há formas de profissionais com essa característica controlarem seu ímpeto antes que cheguem ao ponto de precisar recorrer a tratamento médico.É importante que as pessoas aprendam a separar a vida pessoal da profissional. De acordo com Ângela Sardelli, controlar a raiva e se esforçar para ouvir a opinião do outro são aspectos fundamentais para esses profissionais não prejudicarem suas carreiras. "A melhor alternativa é não acumular a raiva, porque quando este sentimento não é colocado para fora, produz estragos na convivência com outras pessoas", explica a especialista. A especialista acredita que as organizações que têm problemas com profissionais de ‘pavio curto’ devem apoiá-los, recomendando a eles a busca por um processo terapêutico. "Afinal, é preciso entender que os problemas existem para serem resolvidos e que, em casos extremos, não há nada de errado em buscar ajuda profissional", explica. Segundo Ângela, as empresas também podem colaborar oferecendo programas de gestão de pessoas que melhoram a comunicação e o relacionamento interpessoal na equipe.
(Fonte)Por Pollyanna Melo - www.administradores.com.br